Glossário Espanhol – Português – Comércio Internacional

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Dicionário Português e Espanhol Comércio Exterior Espanha

EENI Dicionário Negócios Internacionais

Glossário Português – Espanhol – Comércio Internacional

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Dicionário, Espanhol (Espanha), Português

 

Área – Área

Ásia OrientalEste de Asia
Índices de inflaçãoIPC Índice de Precios al Consumo
Acordo de Livre Comércio Norte-mericanoTratado de Libre Comercio de América del Norte
Acordo Geral de Tarifas e ComércioAcuerdo general sobre comercio y aranceles
AcordosAcuerdos
Adicionar siteAñadir sitio
AdministraçãoGestión
AeroportoAeropuerto
Agregado familiarHogares
AgriculturaAgricultura
AlfândegaAduanas
AlgoritmoAlgoritmo
AlvoTarget
América LatinaAmérica Latina
AmbienteMedio Ambiente
AnálisesAnálisis
Análise SWOTAnálisis FODA SWOT
Aquecimento globalCalentamiento global
ArbitragemArbitraje
AssinaturaFirma
Associação das Nações do Sudeste AsiáticoAsociación de Naciones del Asia Sudoriental
AssociadoAsociado
AtacadoMayorista
Banco Africano de DesenvolvimentoBanco Africano de Desarrollo
Banco Asiático de DesenvolvimentoBanco Asiático de Desarrollo
Banco Interamericano de DesenvolvimentoBanco Interamericano de Desarrollo
Banco Islâmico de DesenvolvimentoBanco Islámico de Desarrollo
Banco MundialBanco Mundial
BibliotecaBiblioteca
BilingualBilingüe
BrochuraCatálogo
Cadeia de fornecimentocadena de suministro
Cadeia de valorCadena de valor
CampanhaCampaña
Carta de créditoCarta de crédito
CatálogoCatálogo
CertificaçãoCertificación
Cheque bancárioCheque Bancario
Chief executive officerDirector ejecutivo
CidadeCiudad
ClausulasCláusulas
ClienteCliente
ComércioComercio
Comércio eletrônicoComercio electrónico
Comércio ExteriorComercio Internacional
Comércio internacionalComercio internacional
ComercianteComerciante
Comissão Econômica e Social para a Ásia e o PacíficoComisión Econômica y Social para Asia y el Pacífico
CompanhiaEmpresas
CompetiçãoCompetición
Comunidade AndinaComunidad Andina
ConceitoConcepto
ConclusãoConclusiones
Concursos licitaçõesLicitaciones
Condições de pagamentoCondiciones de pago
Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e DesenvolvimentoConferencia de las Naciones Unidas sobre Comercio y Desarrollo
Conhecimentoconocimiento
Conselho de DiretoresConsejo de administración
ConsultorConsultor
ConsumidorConsumidor
ConsumoConsumo
Contabilidade nacionalContabilidad nacional
ContratoContratos
ConvençãoConvención
Cooperação Econômica Ásia-PacíficoCooperación Econômica Asia-Pacífico
CorporaçãoCorporación
CostaCosta
Crédito documentárioCrédito Documentario
DadorDonante
DívidaDeuda
DefiniçãoDefinición
DemografiaDemografía
DensidadeDensidad
DepartamentoDepartamento
DesempregoDesempleo
Destinatárioreceptor
DireitoDerecho
Direito autoralDerecho de autor
DiretórioDirectorio
DistribuiçãoDistribución
DocumentoDocumentos
EconomiaEconomía
EletricidadeElectricidad
EletrônicoElectrónico
E-mailCorreo electrónico
EmbalagemEmbalaje
EmpréstimoPréstamo
EnergiaEnergía
Enviar a um amigoEnviar a un amigo
EstatísticaEstadística
EstradaCarretera
EstrangeiroExterno
EstratégiaEstrategia
EstruturaEstructura
ExecutivoExecutive
ExemploEjemplos
ExportaçãoExportación
Fazendo NegóciosHaciendo Negocios
FeirasFerias
Ferramentasherramientas
FerroviárioFerrocarril
FerroviasFerrocarril
Filialfilial
FinançasFinanciación
FotografiasFotos
FreteFlete
Fusões e aquisiçõesFusiones y adquisiciones
Fuso horárioHuso horario
Futuros contratoContrato de futuros
GásGas
GarantiaGarantías
GeografiaGeografía
GerenteDirector
GlobalGlobal
GlobalizaçãoGlobalización
GlossárioGlosario
GovernoGobierno
GraneleiroBuque de transporte de carga sólida a granel
GrupoGrupo
HeliportoHelipuerto
HidroviaHidrovía
HinduísmoHinduismo
HistóriaHistoria
HomeÍndice
HotelHotel
ImportarImportación
InícioPágina de inicio
IncotermsIncoterms
IndústriaIndustria
InflaçãoInflación
InformaçãoInformación
InterculturalIntercultural

INTERMODALIDADEMultimodal
InternacionalInternacional
InternacionalizaçãoInternacionalización
InternetInternet
IntroduçãoIntroducción
InvestimentoInversión
Investimento Estrangeiro DiretoInversión Extranjera Directa IED FDI
IVA (imposto sobre o valor acrescentado)IVA (Impuesto sobre el Valor Añadido)
JuroInterés
LatimLatín
LiberdadeLibertad
LicençaLicencia
LicitaçãoAdquisiciones
Liga dos Estados ÁrabesLiga de los Estados Árabes
LinguagemIdioma
LinksEnlaces
listaLista
Livre ComércioLibre comercio
LivroLibro
LocalLocal
LogísticaLogística
Médio OrienteOriente Medio
MêsMes
MétodosMétodos
MapaMapa
MarcaMarca
Marca registradaMarca registrada
MarketingMarketing
Marketing mixMix de marketing (mercadotecnia)
MensagemMensaje
MercadoMercado
Mercado Comum da África Oriental e AustralMercado Común del África Meridional y Oriental
Mercado Comum do Sul (Mercosul)Mercado Común del Sur (Mercosur)
Metas de desenvolvimento do milênioObjetivos de Desarrollo del Milenio
MetodologiaMetodología
MilhõesMillones
MilitarMilitar
MoedaDivisas
Motor de buscaMotor de búsqueda
MultinacionalEmpresas Multinacionales
MundoMundo
Nações UnidasNaciones Unidas
Número de identificação pessoalNúmero de identificación personal
NavioBarco
NegócioNegocios
Negócios InternacionaisComercio Exterior
NotíciasNoticia
Nova Parceria para o Desenvolvimento de África NEPADNueva Alianza para el Desarrollo de África NEPAD
O cartão de créditoTarjeta de crédito
O pagamento por cliquePago por clic
ObjetivosObjetivos
ObrigaçãoBono
OrçamentoPresupuesto
Ordem de vendaspedido
OrganizaçãoOrganización
Organização Mundial do ComércioOrganización Mundial del Comercio
Organização da Conferência IslâmicaOrganización de la Conferencia Islámica
Os mercados emergentesMercados Emergentes
Otimização para sistemas de buscaPosicionamiento en buscador
Página webPágina web
País emergentePaís en desarrollo
PaísPaís
País estrangeiroPaís extranjero
País subdesenvolvidopaís subdesarrollado
PaísesPaíses
Pagamento antecipadoPago adelantado
Pagamento em dinheiroPago al contado
PagamentosPagos
Paridade do poder de compraParidad de poder adquisitivo
PatentePatente
Per capitaPer cápita
PesquisaInvestigación
Pessoa jurídicaPersona jurídica
PlanejamentoPlanificación
PobrezaPobreza
Política externaPolítica exterior
PolíticaPolítica
PopulaçãoPoblación
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PortfólioPortofolio
PosicionamentoPosicionamiento
PreçoPrecio
PrivatizaçãoPrivatización
ProcedimentosProcedimientos
ProcessoProcesos
produção – Producción
ProdutoProducto
Produto interno brutoProducto Interno Bruto
PromoçãoPromoción
Propriedade intelectualPropiedad intelectual
ProtocoloProtocolo
PublicidadePublicidad
QualidadeCalidad
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Relações internacionaisRelaciones internacionales
Relações PúblicasRelaciones públicas
ReligiãoReligión
RentabilidadeRentabilidad
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SaúdeSalud
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Técnicastécnicas
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TendênciasTendencias
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TransaçãoTransacción
Transferência bancáriaTransferencia Bancaria
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Transporte por gasodutoOleoducto
União aduaneiraUnión aduanera
União AfricanaUnión Africana
União EuropéiaUnión Europea
URLLocalizador Uniforme de Recursos
Vantagem comparativaVentaja comparativa
VarejoMinorista
VendasVentas
Vendedorvendedor
Vendedoravendedora
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Maria Inés González Lozano

mineslozano@hotmail.com

 

DIFERENÇAS CULTURAIS SÃO FONTES DE INSPIRAÇÃO PARA INTÉRPRETES E TRADUTORES

“As pessoas sempre me perguntam qual foi o livro mais difícil que traduzi. E, embora nenhum deles tenha sido particularmente fácil, um sempre me vem à cabeça: O filho eterno, do curitibano Cristovão Tezza”.

Não achei difícil de ler. Aliás, li num golpe só, deslumbrada com a honestidade do autor ao lidar com um assunto extremamente delicado sem apelar para o sentimentalismo. Tanto que fui eu que sugeri o título °The Eternal Son° para a editora australiana que acabou comprando os direitos. O livro tinha me fisgado. Mas, por incrível que pareça, não atentei para a dificuldade da “tradução“. Simplesmente desliguei a tradutora interna, para ser apenas leitora e fã, e me esqueci da gramática…

Quer dizer, havia me deparado com o mais óbvio alguns meses antes, quando traduzi um capítulo para o site Words Without Borders: os tempos verbais. Tezza mistura tempos verbais do passado (pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito) com o presente histórico, o que é bastante comum em português. É um recurso interessante. Permite que o autor conte uma história no passado, mas empregando de vez em quando um tempo verbal que parece aguçar a ação, dando a impressão de que é mais imediata, mais na nossa frente. E, o mais interessante, para mim, é que o leitor brasileiro não estranha nada – todo mundo entende que a história é no passado, e ponto.

Via de regra, não fazemos isso no inglês. Passado é passado e presente é presente. Isto é, por alguma razão que nunca entendi, fazemos isso em alguns documentários históricos, mas jamais por escrito. Creio eu. Para testar minha teoria (adoro desenvolver teorias, mas também gosto de testá-las para ter certeza de que não são apenas coisas da minha cabeça), fiz um rascunho da tradução e mandei para três amigas, número ímpar, para desempatar caso houvesse discórdia, perguntando se alguma coisa no texto as incomodava. Sim, responderam, que salada de tempos verbais é essa? Pronto. Teoria comprovada empiricamente por três amigas.

Fiz mais duas versões, uma completamente no presente e outra no passado, sem misturar. Mandei para as três de novo perguntando qual preferiam. A resposta foi unânime, a versão no passado – achavam que tudo no presente ficava cansativo depois de um tempo. Também achava, portanto me senti justificada em deixar no passado. Que havia ali uma pequena perda, havia, mas fazer o quê? Não sou muito de ficar lamentando o impossível. Bola pra frente.

Mas isso não foi nada. Foi só meses depois, quando comecei a “tradução” para valer, que me dei conta do outro problema, infinitamente maior e pior: a sintaxe do Tezza. A sintaxe dele é altamente idiossincrática e – por alguma razão que não entendia na época, mas para a qual hoje tenho uma teoria – completamente anti-inglês. Enquanto alguns textos parecem ter nascido para a tradução, outros resistem a qualquer tentativa. As frases do Tezza são longas e cheias de informações. E ele adora um aparte. E um aparte do aparte. E, às vezes – por que não? – um aparte do aparte do aparte. De repente, aquelas frases que eu tinha lido com tanto deleite, quando era apenas leitora e fã, viraram um labirinto em que tropeçava e me perdia. Ficavam estranhas no inglês. Respirei fundo e tentei, ao máximo possível, fazer uma tradução fiel à sintaxe dele – não tão presa ao português que perdesse a naturalidade no inglês, mas preservando as frases compridas, os apartes, o jeito espontâneo de emendar várias idéias numa frase só. E, com certa desconfiança, mandei para a editora.

Em determinado momento o editor me mandou o manuscrito de volta, desabafando: “A maior parte do tempo não sei o que o autor está dizendo. O sentido me escorre pelas mãos.” E foi assim que comecei o longo trabalho de revisão, fazendo o meio de campo entre autor, editor e eu mesma. O Tezza, uma alma sensível, percebeu o que estava acontecendo e se entristeceu. Recebi um email dele pedindo: “Me defenda, por favor!” E era o que eu queria fazer, tanto que tinha procurado preservar a sintaxe dele na primeira versão. Mas eu também entendia o editor, que parecia ter confirmado algo que eu vinha desconfiando ao longo do processo, sem conseguir articular muito bem: alguma coisa importante se perdia nessa tradução tão fiel à sintaxe do original… Mas o quê, exatamente?

Vamos deixar a tradução de lado por alguns instantes. Agora é conversa de bar. Literalmente. Quando eu cheguei ao Brasil, há quase duas décadas, e saía com os amigos, ficava impressionada com a maneira das pessoas conversarem. Não conseguia entender as regras. Lembro de ficar de frente para um casal, numa mesa de bar, os dois falando comigo simultaneamente, contando a mesma história. Ou uma história diferente, não tenho certeza. Um falando sem parar, me olhando nos olhos, como se o outro não estivesse falando ao mesmo tempo e competindo pelo meu olhar a 30 centímetros de distância. E não pareciam se irritar um com o outro. Eu não sabia para onde olhar, quem escutar, em qual história prestar atenção. Acabava olhando de um para o outro que nem uma boba e entendendo lhufas.

Também ficava maravilhada com as conversas em grupo, em que as pessoas pareciam se cortar alegremente sem a menor preocupação com a história que o outro ainda não tinha terminado de contar. E o mais inacreditável, do meu ponto de vista, era que depois que a segunda – ou terceira, ou até quarta – pessoa tinha cortado a conversa, a pessoa que estava falando no começo retomava a sua história e terminava. Eu teria me perdido por completo. Esse caos me fascinava mais que as conversas em si. No meu país, as pessoas esperam a sua vez para falar. Quando uma termina a outra começa, e se alguém atravessar a conversa do outro antes da hora, pede-se muitas desculpas. Aqui no Brasil, perdi conta do número de vezes que fiquei esperando a minha vez, que não chegava nunca. Um dia, fiquei impaciente e resolvi sair cortando as pessoas também, já que, a meu ver, todo mundo cortava todo mundo. Mas logo percebi que não era bem assim. Aquilo que parece tão espontâneo tem todo um timing, e se você não acerta, passa por estúpido. Passei por estúpida. Quando eu cortava alguém, todo mundo parava de falar na mesma hora e ficava me olhando, a gringa mal-educada. Foi só depois de muitos anos de conversa de bar que adquiri esse timing (meus amigos que me corrijam se estiver enganada) e a capacidade de lembrar o que estava falando e voltar a terminar minha história depois de cinco ou dez minutos de conversas paralelas.

Teoria de bar da Alison: vocês, brasileiros, têm mais “sinapses na região do cérebro que guarda informações durante conversas”. Não digo que nascem com esse dom, mas sem dúvida o adquirem com o passar dos anos, desde pequeninos. E nós, falantes da língua inglesa, por termos outras regras de conduta, não desenvolvemos esta capacidade sináptica.

Estou brincando, mas não muito.

E não é só nas conversas de bar. Acontece na literatura também. Por infinitas questões culturais, a literatura de língua portuguesa tende a ser mais prolixa. As frases são maiores e mais complexas, com mais orações. É claro que existem exceções à regra, mas são exceções. E, por extensão da minha teoria de bar, cheguei à conclusão de que vocês, brasileiros, também têm mais sinapses na região do cérebro que guarda informações do começo de uma frase que vão ganhar complemento lá no pé da página, quando nós, da língua inglesa, já estamos boiando… Não é uma questão de inteligência, mas de prática, de usos e costumes. E a estética das literaturas – o que é considerado bom estilo em determinado país – anda de mão dada com esses usos e costumes.

Voltemos para o Tezza. Em algum momento do processo, subi na corda bamba e procurei achar um meio termo, ainda tentando preservar ao máximo a sintaxe e voz particulares do Tezza, mas fazendo algumas concessões para o leitor de língua inglesa, que simplesmente não tem a bagagem para navegar aquelas frases tão brasileiras. Não fiz 100% do que o editor queria, nem 100% do que o autor queria. Apostei no instinto e comecei a brigar pelo livro. E, no final das contas, acho que consegui recriar uma experiência de leitura parecida, embora, se alguém colocar tradução e original lado a lado, talvez ache que eu tenha facilitado um pouco o texto. Depende do ponto de vista. Tenho cá comigo que as pequenas modificações que fiz foram totalmente justificáveis, para garantir que o leitor da tradução não se perca, que continue lendo, porque o livro merece.

O esforço todo valeu a pena. O livro foi bem recebido pela crítica, o editor ficou contente, Tezza também (e espero que não tenha ficado muito traumatizado), e eu fiquei com uma teoria a mais para minha coleção.

 

The Eternal Son é publicado pela Scribe Publications na Austrália e no Reino Unido, e pela Tagus Press nos E.U.A. Em 2012, foi finalista no International IMPAC Dublin Literary Award.

Alison Entrekin é tradutora literária australiana radicada no Brasil. Verteu para o inglês Cidade de Deus, do Paulo Lins, O filho eterno, do Cristovão Tezza, Perto do coração selvagem, da Clarice Lispector e Budapeste, do Chico Buarque, entre outros.

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Quando a justiça depende do intérprete!!

Interpretando para um Ministro do Supremo Tribunal Federal

justica cega

Cada vez que um cliente me confia a interpretação simultânea de seu evento penso na enorme responsabilidade que o intérprete assume, de traduzir para inglês ou português, no meu caso, o que estiver sendo dito pelo palestrante em questão. Essa responsabilidade se fez muito mais presente quando um cliente para o qual faço trabalhos de tradução há mais de oito anos solicitou que assumisse a cabine de interpretação, juntamente com um colega de minha confiança, para fazer a tradução simultânea de uma audiência pública no Supremo Tribunal Federal. Eu, falar/traduzir para um Ministro do Supremo! Como se tratava de apresentação dos argumentos a favor e contra o assunto da audiência, meu cliente julgou que eu já tinha acumulado um vasto vocabulário e entendimento sobre o assunto a ser tratado e defendido, naturalmente. Mas continuava a me perguntar: Eu? Falar para um Ministro? Uma pessoa de vastíssimos conhecimentos?

Então lembrei-me que o Ministro e quem mais fosse ouvir a interpretação das falas em inglês tinham muito conhecimento de leis, mas não do assunto a ser exposto durante a audiência, dos fatos pertinentes a cada uma das partes.

Meu cliente era uma destas partes que iriam se manifestar na audiência que, ainda por cima, iria ser televisionada para todo o Brasil. A outra parte contratou outro par de intérpretes, naturalmente.

O dia anterior à audiência foi de reuniões de preparação, de consultas aos expositores sobre vocabulário, ajustes nas apresentações, e na revisão de conceitos. Neste e em outros aspectos, este cliente foi aquele com que todos sonhamos: Interagia conosco e apoiava nosso trabalho.

No dia da audiência, meu companheiro de cabine agiu, como esperado, com total profissionalismo. Ele é realmente um excelente intérprete. Participativo, trabalhamos em perfeita sintonia durante o dia de audiência, por vezes saindo da cabine para dar o lugar ao outro par de intérpretes, coincidentemente, conhecidos nossos. Então foi assim que me vi interpretando para um Ministro do Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

justica-brasilDenise Lopes Rodrigues

Intérprete & Tradutora Juramentada de Inglês <> Português

+55-62-9979-4117

dlrodrigues@interpretesdeconferencia.com.br

http://www.interpretesdeconferencia.com.br & http://www.directoriodeinterpretes.com