Catálogo Premium: uma rede de experts!

Uma plataforma que oferece soluções e satisfação total!

The Best
The Best

A crescente visibilidade do Brasil na arena global fez com que os profissionais brasileiros alcançassem um alto nível de excelência. Os profissionais de hoje são competentes, cosmopolitas e comprometidos. Um dos fatores que mais contribui para sua qualidade e atualização são os eventos internacionais em que as mais avançadas práticas mundiais são compartilhadas por profissionais de ponta em suas áreas.

Nesse novo contexto, os intérpretes de conferência têm um papel decisivo a desempenhar: graças a eles, pessoas de línguas e culturas diferentes conseguem se comunicar!

O Catálogo Premium de Intérpretes e Tradutores foi criado para facilitar o contato entre intérpretes e clientes. Uma rede global, que reúne intérpretes do Brasil inteiro e também do exterior. Além do diferencial de qualidade, os profissionais do Catálogo se destacam por sua grande sensibilidade humana e profissional.

A nossa plataforma oferece os seguintes serviços:

  • Interpretação simultânea
  • interpretação consecutiva
  • tradução e interpretação de línguas de sinais (LIBRAS)
  • acompanhamento em reuniões, visitas a empresas
  • idiomas raros
  • tradução escrita e juramentada
  • legendagem
  • audiodescrição
  • organização de eventos
  • equipamento de som.

Nós, do Catálogo Premium de Intérpretes e Tradutores, teremos enorme satisfação em colaborar com o seu evento. Cientes que estamos do inestimável valor dos serviços que sua empresa, instituição  ou corporação oferece à população do Brasil, da América Latina, dos EU e da Europa teremos o prazer de lhe oferecer condições especiais para a prestação de nossos serviços.

Contate o Catálogo Premium de Intérpretes e Tradutores e encontre as melhores soluções para o sucesso de seu evento!

Meg Batalha.

55 11 9 9582 5899.

 

Accomplished Interpreters. Anywhere. Anytime
Catálogo Premium de Intérpretes e Tradutores Accomplished Interpreters. Anywhere. Anytime

 

Good relationships keep us healthier and happier

Looking for an inspiring topic which would help us with our New-Year’s resolutions, I fell on this very recent (November 2015) TED speech from Harvard Professor and psychiatrist Robert Waldinger. He is the 4th director of a 75 year-long study on adult development. During those years, the researchers tracked the lives of 724 men, of which 60 are still alive and actively participating in the study. And the study now goes on into studying the 2’000+ children of those men. The initial group of volunteers was equally split between Harvard sophomores (students in their 2nd year) and children from the poorest neighbourhood of Boston.

If you are as impatient as I usually am, even with a 12’47’’ TED clip, fast forward to the results of the study (6’ 11’’): “The clearest message that we get from this 75 years study is this: Good relationships keep us happier and healthier… period!” Dr. Waldinger still adds that the three main lessons learned, through the research, about relationships were that:

  • Social connections are really good for us whilst loneliness kills
  • It is not the number of relationships that matters but their quality
  • Good relationships also protect our brains:

I could have stopped there and left it to you to be inspired or not by this but I felt the need to go further and link this with other points already mentioned in this blog:

  • Epigenetics: Joel de Rosnay is one of France’s most admired scientists. In the interview here below, he brilliantly explains (in 3 minutes!) what is Epigenetics and how it will revolutionize our lives (Please find on this link, the English translation of De Rosnay’s interview). For him, we can trigger the positive expression of our genes through five factors, one of them being “if you have a supportive personal and social network”… This seems to add credibility to the Harvard study.
  • One of the most successful posts (measured by number of readers on the blog and on LinkedIn, as well as by the number of mails received about it) that I published mentioned that “Purpose, connections and relationships” would be the pillars of the agile organizations of the future. The clip shown in the post, attempts to demonstrate how, through relationships, randomly, “collective intelligence” gets created.
  • Meg Wheatley, in her seminal article, “The Irresistible Future of Organizing” also intuited that relationships will be fundamental to the organizations of the future.
  • Lynda Gratton, an interesting blend of psychologist and strategist,mentioned in one of our blogposts, makes an interesting distinction between “Bonding” and “Bridging”. Whereas the first term is about feeling safe, closing-off by joining others against a common enemy, “Bridging” is far less natural, more risky and demanding. It is about reaching out, lowering the guard, taking a personal risk. Tonight, at the moment I write this article, the New-Year vacation is drawing to its end. I live in a ski resort and have rented a flat for my daughter and I (more convenient than our magnificent chalet, rented to an ex-world champion of Formula 1). During the holiday, I have been shocked to meet in the corridors of our aparthotel, tens of people who would rather look at their feet than say “Hi”… The difficulty to make oneself vulnerable, to reach out for an unknown human being was amazing… But, for Gratton, bridging is a critical condition fr a success and results driven corporate culture.

I finally would like to leave you with what Brazilian three times CEO of the year, Sergio Chaia, taught me: Each year, he sets himself three personal objectives, themes, behaviours and attitudes to work on. Each morning, a bit like a mantra, he reflects on those three objectives and challenges himself to reach them.

What about setting ourselves the goal of building relationships at work, with our clients, with our subordinate, with our colleagues or our suppliers? What about looking at people in the eyes and simply say “Good morning!” when we enter our building in the morning? I never forgot the story of this Brazilian CEO, famous for his capacity to engage his people and read the mood of his organization as no others would… He was simply taking the elevator three times every morning and informally chatting with people in the gigantic lift… It made him a remarkable leader.

Enjoy 2016 which I wish you to be wonderfully connected and relational! It will do wonders for your business practice and for your own personal health…

O TEMPO E O INTÉRPRETE

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Acredito que o tempo é para o intérprete um elemento sempre presente no processo de comunicação, e vale a pena tratá-lo com a devida importância e relevância que tem.

Em primeiro lugar, vamos levar em consideração o tempo de preparação, momento no qual nos submergimos na temática, no vocabulário e no tipo de contexto. Mas, o que acontece na prática é que muitas vezes não podemos fazê-lo porque somos chamados no ultimo momento ou porque demora muito para nos entregarem o material.

Temos que lutar contra o relógio, estudar e nos aprofundarmos nos assuntos e também nos informarmos sobre as pessoas que ministrarão a palestra, por exemplo, nos preparando muitas vezes com escassíssimo tempo. Ou seja, a preparação não se refere somente a temática, a terminologia, e as expressões, mas também se refere à trajetória profissional, a familiarização com a voz do interlocutor (se possível, escutar vídeos de palestras ou encontros anteriores).

Intérpretes são pontes humanas, temos nervos de aço!
Intérpretes são pontes humanas, temos nervos de aço!

Em segundo lugar, já na cabine, para processar a informação e transmiti-la, de novo o tempo, pouco, pouquíssimo tempo, e … concentração total.

Neste segundo momento, temos um novo fator: a velocidade da fala do palestrante. Há aqueles que falam sem respirar… E o intérprete, ao mesmo tempo, também sem respirar.

É importante que o intérprete receba o material com antecedência, incluindo, por exemplo, o nome dos palestrantes, para que sejam pronunciados da forma correta, estatísticas, para que o intérprete esteja familiarizado com as cifras a serem abordadas, a terminologia específica a ser utilizada, entre outros.

Assim, podemos concluir que o tempo, ou melhor, o pouco tempo é um fator que determina em grande parte o resultado e a qualidade da interpretação. Todo tipo de material, programa, nomes dos participantes, todo tipo de documentação referente ao contexto, é importante; a informação prévia e específica é fundamental para um trabalho de qualidade.

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María Inés González Lozano
Intérprete
mineslozano@hotmail.com

Catálogo Premium – A gente faz acontecer!

“Solicite orçamento de intérpretes e tradutores” de espanhol e inglês em São Paulo – Brasil.

El ‘boom’ del consumo colaborativo

Consumo colaborativo

Jueves, 17.30h. Juan está de camino a Barcelona en un Mercedes que ha encontrado en una web de alquiler de coches por horas. Se dirige a la Estación de Sants, donde deja el coche aparcado en uno de los parkings que le ha alquilado a un particular que vive en la zona, directamente desde su móvil antes de salir de la oficina. Tiene media hora aún para que salga su tren con destino a Madrid, así que decide pedir algo de comer. Ve que hay una oferta de empanadas argentinas, uno de sus platos favoritos, en su app de comida on-demand. Mientras espera su comida, comprueba la reserva del apartamento que ha alquilado en Madrid. Como quiere impresionar a un cliente potencial que vive en el centro, ha reservado el piso de un particular con unas vistas impresionantes de la Gran Vía. Un mensajero le viene a buscar en los bancos fuera de la estación con una bolsa en la mano. Su comida ya ha llegado. Paga desde su móvil, y baja a la vía 4 donde le espera el AVE. Por suerte ayer desde su móvil ya seleccionó a las personas con quién compartirá mesa de durante las 2,5 horas del viaje.

¿Te suena familiar esta situación? Antes de la era de internet, pedir comida a domicilio, alquiler una plaza de parking a un particular o conocer a nuevas personas cómodamente desde el smartphone era una tarea laboriosa y arriesgada, pero todo cambió con la popularización del consumo colaborativo (también conocido como “economía colaborativa”) a partir del 2010.

El despegue del consumo colaborativo, ya no hay vuelta atrás

Páginas web donde se pueden ofrecer y compartir servicios o experiencias permiten a cualquier persona actuar como un servicio ad hoc de taxis, alquiler de coches u hotel particular cuando nos conviene. Es tan fácil como visitar una página web o descargarse una aplicación, y ya podemos disfrutar de servicios de lujo que de otro modo estarían fuera de nuestro alcance, o utilizar propiedades de personas que no hacen pleno uso de ellas, muchas veces por una fracción del coste de compra.

Pero la economía colaborativa va mucho más allá del simple hecho de hacer carpoolingde camino al trabajo, y actualmente se define como cualquier acción de compartir, intercambiar, prestar, alquilar y regalar a través del smartphone o Internet. La mayoría de las diferentes soluciones que han surgido a raíz del consumo colaborativo se pueden clasificar en uno en los siguientes 3 tipos:

1. Democratización de productos

Aquí los usuarios pagan por el beneficio de usar un producto sin la necesidad de poseerlo directamente, lo cual está agitando las industrias tradicionales basadas en los modelos de propiedad privada individual como el transporte (compartir coche, alquiler coches entre particulares) y el turismo (alquiler de viviendas entre particulares).

2. Nuevas formas de redistribución

Otra alternativa cada vez más popular a los métodos más comunes de “reducir, reutilizar, reciclar, reparar” es el intercambio directo entre particulares de bienes usados ​​o de segunda mano, a veces sin coste ninguno, otras veces a través de un trueque o la venta por dinero en efectivo. También incluye los mercadillos de intercambio especializados en artículos de moda seminuevos.

3. Nuevas vías de colaboración

El último tipo de servicios basados en el modelo de la economía colaborativa son las páginas web y las aplicaciones que conectan personas con necesidades o intereses similares para compartir e intercambiar activos menos tangibles, como el tiempo o las habilidades. El crecimiento de la tecnología móvil proporciona aquí una plataforma para activar la tecnología GPS basada en la ubicación y proporcionar también datos en tiempo real.

El consumo colaborativo, ¿solución para todo?

El éxito de esta economía colaborativa se debe a las múltiples ventajas que ofrece. Los propietarios de los servicios o bienes que no hacen pleno uso de ellos se pueden sacar un sobresueldo fácilmente, mientras que los inquilinos por su parte pagan menos que si lo compraran ellos mismos. Muchos servicios también aportan beneficios ambientales, ya que alquilar un coche, en lugar de ser el dueño de uno, significa que se requieren menos coches y menos recursos para su fabricación. Y para otra gente conocer a nuevas personas mientras permanece en su hogar ofrece nuevas formas de hacer networking, todo con la seguridad que ofrecen las plataformas emergentes gracias a sus sistemas de comentarios y valoraciones bidireccionales.

Pero no es oro todo lo que reluce, porque por parte de los usuarios aún existe cierta reticencia al uso masivo de muchas aplicaciones debido a las preocupaciones relacionadas con la seguridad de su uso, aunque uno de los obstáculos más importantes es la actual incertidumbre regulatoria. ¿Deben pagar impuestos los particulares que alquilan sus casas online? En Amsterdam las entidades están utilizando Airbnb para detectar a hoteles sin licencia, y en varias ciudades europeas la plataforma Uber ya ha sido prohibida. Sin embargo, para muchos otros servicios que han surgido a raíz de la economía colaborativa aún falta la definición del marco legítimo adecuado. Está claro que una persona que alquila habitaciones a particulares debería pagar impuestos sobre sus ganancias, pero no con tarifas parecidas a hoteles de lujo.

Economia colaborativa

Otra duda más existencial reside en el uso de la palabra “colaborativo”, ya que según unestudio del Harvard Business Review este nuevo consumo colaborativo es todo menos colaborativo: lo que vemos como nuevas oportunidades de colaboración en realidad son plataformas comerciales que han transformado la distribución tradicional a un ecosistema digital. Los servicios más exitosos esencialmente se basan en mejoras de la eficiencia de costes y la facilidad de acceso en lugar de compartir y las interacciones sociales. Su éxito no tiene que ver con el carácter altruista de sus participantes, sino por el sobresueldo que unos se pueden sacar, o el ahorro económico que supone utilizar sus servicios. De esta manera, tampoco debe sorprender que el crecimiento de la economía colaborativa se haya intensificado durante los últimos años de crisis.

Sea cual sea tu punto de vista, no podemos negar que este nuevo modelo económico está en auge, y ha sabido despertar a los gobiernos y los sectores más tradicionales. Y éstos últimos no han dudado en emplear todas sus esfuerzos en la promoción de sus puntos fuertes. Así por ejemplo, muchos hoteles tradicionales están ofreciendo descuentos adicionales, desayunos gratuitos, o cancelaciones sin coste adicional. Y varias aerolíneas han empezado a ofrecer upgrades, equipaje de mano sin coste adicional o cambios de horarios de vuelos gratuitos.

Gracias al consumo colaborativo, tanto las pymes como los sectores más tradicionales se han dado cuenta del inmenso potencial de la colaboración entre particulares y empresas, y se espera que la importancia de la economía colaborativa sólo aumentará con el tiempo.

¿Aún no te ha convencido la revolución del consumo colaborativo? Aquí podrás encontrar algunos ejemplos de startups innovadoras activas en España:

1. Transporte:

Blablacar: la web española para compartir coche (antiguamente también conocida como Comuto.es)

Amovens: compartir coche para trayectos cortos; especialmente interesante para la organización de transporte para festivales y otros eventos.

SocialCar: alquiler de coches entre particulares

WeSmartPark: red de parkings colaborativos lowcost en Barcelona y Madrid

JoinUpTaxi: para compartir taxi; por ahora en Barcelona y Madrid

Cabify: alquiler de vehículos de alta gama con conductor profesional en Barcelona y Madrid

TrenHub: billetes de tren baratos de ocasión con tarifa mesa para AVE

ChangeYourFlight: recupera el dinero de tus billetes low cost

Shipeer: compartir maletero

2. Coworking y compartir otros espacios:

CoworkingSpain: directorio online de todos los espacios de coworking en España

Comunidad CoWorking: plataforma para encontrar espacios coworking u oficinas compartidas. Con escaparate de espacios y CO-grafía (revista online)

Spacebee: reserva salas o cualquier tipo de lugar que otras empresas o profesionales no están usando en Barcelona y Madrid

3. Alojamiento:

Airbnb: alquiler de alojamientos únicos de anfitriones de más de 190 países

Niumba: unos de los líderes mundiales del alquiler vacacional. Propiedad de Tripadvisor.

Knok: red de familias de confianza que intercambian sus casas para viajar y disfrutar de las vacaciones con sus niños

Gamping: alquiler de cámpings privados

4. Reciclaje:

Percentil: ropa casi nueva para niños y mujeres

Notegood: reutilización solidaria de notebooks

Wallapop: mercadillo (Flea market) virtual y móvil en forma de app gratis

Segundalia: ropa de segunda mano

ManzanasUsadas: compra y venta de productos Apple de segunda mano

Pikeando: portal de anuncios compra-venta de muebles  Ikea de segunda mano

5. Compartir wifi:

Wifis.org: ponle un nombre wifis.org/miwifi a tu wifi de casa y los vecinos podran ponerse en contacto contigo

CompartirWifi: comparte tu wifi entre vecinos

6. Consumo:

LaColmenaQueDiceSi: conecta con tus vecinos para comprar productos de calidad directamente a los productores y artesanos locales.

YoComproSano: crea tu propio grupo de consumo de proximidad  sin intermediarios

7. Ocio:

Ticketbis: redistribución de entradas de eventos entre particulares

Uolala: para compartir aficiones e ideas de actividades de ocio

Quedamus: comunidad online para hacer networking en eventos profesionales en España

EatWith: red social de amantes de la gastronomía

8. Educación:

Floqq: plataforma que pone en contacto profesores con alumnos para impartir píldoras de formación

Foxize: escuela de negocios experta en el mundo digital, dirigida a profesionales que quieran actualizarse de una forma flexible

9. Tareas:

TratoJusto: aplicación gratuita que te conecta con personas cerca de ti que te pueden ayudar en lo que necesites

Etece.es: encarga tus tareas del hogar o la oficina a profesionales de confianza

Swapsee: plataforma para contratar profesionales en tu comunidad local (pago e intercambio)

Nubelo: encuentra freelancers y a los mejores programadores, diseñadores, redactores y profesionales freelance de habla hispana.

 

¿Y tú, qué otra aplicación de consumo colaborativo utilizas?

Más información sobre la economía colaborativa puedes encontrar aquí:

Online:

En la página web www.consumocolaborativo.com que sirve como guía y punto de información para el Consumo Colaborativo en español, con un foco sobre las iniciativas en España y Latino América

En Twitter bajo el hashtag #consumocolaborativo

Libros:

Vivir Mejor Con Menos de Albert Cañigueral (fundador dewww.consumocolaborativo.com)

Makers. La Nueva Revolución Industrial de Chris Anderson (creador de “La Economía Long Tail“).

No somos hormigas de Javier Creus, Fernando Casado, Pablo Juncadella y Doris Obermair

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Imágenes: Robert McGoldrickSebastiaan ter Burg

Escrito por @MichielDas, emprendedor y colaborador en varias startups dentro del sector tecnología. Puedes leer otros posts y descubrir mis proyectos actuales también en michieldas.com

Publicado por Meg Batalha: megbatalha@uol.com.br

Tel: 011 9 9582 5899

Dicas do Catálogo Premium de Intérpretes

 

“Nós intérpretes do Catálogo insistimos na necessidade de uma preparação prévia, somos especialistas em idiomas e não necessariamente nas áreas que interpretamos, com o tempo e experiência nos especializamos nas áreas que temos mais afinidade. Um dica importante é saber usar as ferramentas” disponíveis na internet, ter glossários de várias áreas do conhecimento, mas principalmente apoiar o colega criando um concabinato perfeito, procurando as palavras e expressões que aparecem durante o evento, dessa forma apesar de difícil e desafiador conseguimos um bom resultado. 
Quando recebemos o material previamente o resultado é sempre melhor e como profissionais nos sentimos plenamente realizados por fazer um trabalho com excelência!

Meg Batalha.

www.catalogodetradutores.com.br

“tradutores e intérpretes”

 

 

102 TIPS FOR INTERPRETERS

The Ultimate Guide for Beginners and the Curious

There are many evidences of the growing need of professionals in the Interpreting area, in international businesses, industry and social events, worldwide, having billions at stake. Billions of people, interests, money, pleasures…

Whether it is for avoiding or resolving conflicts, promoting humanitarian actions, deals or entertainment, building the bridges between persons, peoples, facts and situations is essential.

Written by the translator and interpreter Meg Batalha who is very experienced and well-traveled, this e-book gathers precious tips for students, interpreters already working in this area and others who are into this subject.

102 TIPS FOR INTERPRETERS

Using an informal, different, alive and welcoming language, it brings, shares (and, sometimes, stimulates!) reflections, suggestions, testimonies, challenges, confidences and laughter, with competence, faithful to the facts, intelligent humor, lightness, spontaneity and informal warmth.

 Starting with a light and quick historical, its topics bring information about equipment, techniques, technologies and methodologies, with clear headings: Introduction; Where to start; How to get ready; During the event; After the event; Miscellaneous tips; Interesting reads and Conclusion.  

 In this e-book you will find insights to expand your understanding of this age-old area, fascinating and unique of the human kind/intelligence, an evolving dialogue in which talent and experience get together in the right measure to teach, using a “day-to-day” and mild speech, daily facts of the job.

 That is the reason why Meg Batalha invites internet users who want to know, to “learn the ropes” of this promising universe of enchantment, changes, fairness and constant discoveries.

102 TIPS FOR INTERPRETERS by Meg Batalha.